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Converted by Falcon Hive

 

já fui um telespectador fiel da MTV. muitos de vocês também, e alguns talvez ainda sejam. mas a história é que muita gente reclama que a MTV tá dando muito pouco espaço pros clipes. enquanto que eu acredito que a MTV Brasil (logotipo à direita) tá passando clipes demais. isso mesmo que você leu: clipes demais.
a verdade é que a MTV de hoje não é igual à de 1990 (ano de estreia da MTV Brasil) ou mesmo à de 1981 (quando a MTV – a matriz americana, versão mais comum atualmente do logotipo à esquerda – estreou). qualquer canal cuja programação seja basicamente de videoclipes vai ter uma audiência mínima hoje em dia. sim, estou falando com vocês, MixTV e PlayTV. e a MTV Brasil sempre tem sido mais alternativa (do tipo: coisas que você não ouviria na Mix, mas na Oi FM), e agora que a Abril comprou os 30% da MTV Brasil que eram da Viacom (a dona da MTV), e passou a ter os direitos exclusivos sobre a marca MTV no Brasil, a MTV Brasil pode ficar ainda menos “MTV”. “como assim?”, você me pergunta, e eu respondo.

a MTV Brasil já fugiu do “jeito ‘MTV de hoje’ de ser” quando parou de passar Na Real (o reality show que deu origem a todos os outros – quando estreou, o termo “reality show” nem existia, e a MTV definiu o programa como “a novela onde tudo é verdade”) e depois deixou o Multishow comprar Laguna Beach e suas spin-offs (The Hills e sua própria spin-off, The City) – o Multishow também produz Nós 3, seu próprio “The Hills”. é verdade: os principais programas da MTV hoje são os reality shows. claro, a MTV Brasil passou alguns deles, como toda a série A Shot at Love e Paris Hilton’s My New BFF, além de passar agora Grávida aos 16, mas a maior parte da programação da MTV Brasil ainda é musical (mais da metade do dia é MTV Lab, e ainda tem o Lab Toca Aí no horário nobre), enquanto que na matriz (tanto na MTV, quanto na MTV2), os clipes passam de manhã, em um bloco chamado AMTV/AMTV2 (e você pensava que a MTV2 era só de clipes, tá na hora de pensar de novo).

com a Abril assumindo a MTV Brasil, ela pode lançar mais canais (principalmente a cabo, como todas as MTVs, menos no Brasil e na Itália, onde são redes abertas), que acabariam seguindo não a “escola MTV”, mas a “escola MTV Brasil”: extremamente alternativa, um pouco “cabeça” (se comparado com a MTV EUA) e sem os carros-chefe da matriz, como se a MTV sempre tivesse que passar basicamente clipes, independente do que o público vê agora.

você até diz “a MTV tem que passar clipes e ter programação basicamente musical, tá até no nome: ‘MTV: Music Television’”, mas por mais que o logotipo da MTV Internacional (MTV fora dos EUA, Canadá e Brasil, ao centro) ainda tenha “Music Television”, isso já não reflete mais o canal. a MTV Brasil já deixou de ter “Music Television” no logotipo já faz alguns anos, a MTV Canadá, na sua atual encarnação, nunca foi “Music Television” (e nem pode ser, pela sua licença na CRTC – a Anatel canadense – e, sim, canais a cabo também precisam de licença no Canadá) e a MTV EUA tem usado o logo recortado, sem nenhum “Music Television”. vários nomes de canais que são siglas já tiveram significado, hoje não têm mais. VH1 (da MTV Networks), por exemplo, já significou “Video Hits One”, quando ela foi lançada, como a “MTV de tiozão” (minhas palavras), hoje não significa nada (e seus principais programas também são reality shows, apesar do canal BR ainda passar uma quantidade considerável de clipes). GNT já significou “Globosat News Television”, quando era o canal de notícias e documentários da Globosat, hoje também não significa nada (já não significava nada desde a estreia da GloboNews) e também é um canal bem diferente do que era quando começou.

qualquer canal de TV precisa se reinventar de tempos em tempos. não é diferente com a MTV. o difícil é dizer para boa parte do público (e pra Abril): “encare os fatos, a MTV de hoje não é que nem a de 1981/1990 e não precisa ser pra sempre. se você gosta da MTV, encare que ela tem que se reinventar pra continuar falando com o público de hoje. ou você ainda tá parado ou é saudosista mesmo.” pronto, falei.

hoje, a região do ABC tem cinco shopping centers que honram tal definição: o Metrópole, em São Bernardo, o Shopping ABC e o ABC Plaza, em Santo André, o Mauá Plaza, em Mauá (dããã), e o Praça da Moça, em Diadema. mas em 2011 (ou mais tarde, dependendo de como forem as obras), vão ser inaugurados mais dois: o Golden Square Shopping (perspectiva à esquerda na imagem), em São Bernardo (no lugar do Golden Shopping, na Av. Kennedy) e o ParkShoppingSãoCaetano (à direita), aqui em São Caetano (algo também bastante óbvio), dentro do Espaço Cerâmica. aliás, o ParkShoppingSãoCaetano (que sempre vai ser chamado desse jeito, para não ter confusão com outros dois shoppings do grupo com nomes parecidos: o ParkShopping, em Brasília, e o ParkShoppingBarigui, em Curitiba) é o que mais chama a atenção, porque São Caetano nunca teve um shopping de verdade (o Shopping São Caetano não conta, porque as – poucas – lojas não são muito boas, a praça de alimentação idem, tanto que as únicas grandes cadeias lá – McDonald’s e Subway – ficam bem longe da praça de alimentação, o segundo andar agora é todo de escritórios e ainda por cima o shopping fecha às 20:00).

os espaços prometem ser grandes, a Squarestone (que vai administrar o Golden Square) fez festa de lançamento na Daslu, a Multiplan (que vai administrar o ParkShoppingSãoCaetano, também administra o MorumbiShopping, o Anália Franco, o BarraShopping, entre outros) vai fazer a dela no Fasano semana que vem (18/novembro), cada um vai ter 6 salas de cinema (já se sabe que as do Golden Square vão ser da Cinemark), quase 200 lojas no Golden Square (166, para ser mais exato, fora 4 âncoras e 14 megalojas), mais de 200 no ParkShoppingSãoCaetano (242, sendo 15 âncoras e megalojas), que ainda vai ter uma área maior que a do Golden Square (fora o fato de ficar pertinho de casa ;-) ). quem vai estar em cada um (que é o que importa)? ainda não sei. vamos esperar até a gente ter alguma ideia disso.

enquanto isso, o Metrópole acabou de anunciar mais uma expansão (vi hoje no Bom Dia), que vai ter 31 lojas novas e 9 salas de cinema (uma delas 3D), e tem inauguração prevista para março de 2011, antes das inaugurações das duas novidades: o Golden Square pode abrir em abril de 2011 (antes ia abrir em novembro de 2010) e o ParkShoppingSãoCaetano, em novembro de 2011.

antes disso (março/abril de 2010), já vai ter metrô na estação Tamanduateí (que fica atrás do Central Plaza, que tecnicamente fica em São Paulo, mas fica do lado do ABC), e o trem (da CPTM, linha 10 – Turquesa), que também tem estação em São Caetano (Tamanduateí é a próxima, sentido Luz), também vai para o ABC Plaza (estação Prefeito Celso Daniel – Santo André, do lado do shopping), com o Shopping ABC (vulgo “Mappin” por antes ter sido uma loja do Mappin) a um trólebus (e uma passagem a mais) de distância. qualquer que seja a opção (inclusive a Avenida Paulista e outras paradas do metrô), sempre tem alguma coisa pra fazer enquanto a gente espera. é esperar pra ver.

foi assim: mais ou menos 22:00 (horário de Brasília), quando as luzes aqui piscaram, até apagar tudo. depois, uns 20 minutos depois, voltou, apesar das luzes incandescentes (sim, ainda sobraram algumas aqui) ficarem à meia-luz (a maioria das fluorescentes continuou funcionando, provavelmente por elas terem uma potência menor para ter a mesma luminosidade – ou até maior). a iluminação da rua ficou apagada (enquanto que no primeiro blecaute, elas continuaram funcionando, ou pelo menos é o que eu lembro). até deu pra ligar a TV pra ver o que estava acontecendo. ninguém tinha interrompido a programação pra dar a notícia, mas o BandNews deu na tela que o apagão era geral em uma porrada de estados, inclusive São Paulo (eu moro em São Caetano do Sul). pouco tempo depois, caiu geral. casas, ruas, outras cidades, tudo.

todo mundo ligando os celulares, as lanternas dos celulares (inclusive a do meu), pra não se perder, acendendo vela, todo mundo ligando pra todo mundo (pelo menos aqueles que tinham a rede do celular funcionando, o que não era o meu caso – a rede da Vivo tava funcionando, a da Claro não), desligando tudo que podia, já que disseram pelo telefone que quando a luz voltasse podia zoar tudo, a gente tentando manter a calma mesmo no breu total, ainda mais com um dos meus irmãos na faculdade (menos mal – ou não – para ele, já que a facul tinha gerador, mas a volta que foi mais complicada, sem metrô, farol, sem nada, só marronzinho), e eu, quando a lanterna do celular não tava ligada, fui ligar o rádio pra tentar conseguir mais alguma informação. muitas emissoras tavam fora do ar, a Jovem Pan 2 100,9 interrompeu a programação pra dar a cobertura da Jovem Pan 620, as outras rádios de notícias (CBN 780/90,5, Bandeirantes 840/90,9 e SulAmérica Trânsito 92,1) também cobrindo o apagão, enquanto que a Mix 106.3 tava com programação normal. foi pelo rádio que fiquei sabendo das primeiras informações sobre a causa (ou não) disso tudo, uma pane em Itaipu, problemas na rede de transmissão de Furnas, qualquer coisa que fosse acontecer, o Paraguai também no escuro (afinal, de Itaipu zoou, tinha que ter impacto no Paraguai), mas por menos tempo que metade do Brasil, e tudo mais.

mais ou menos 0:10, a luz já voltou pra valer em São Caetano, São Bernardo e mais alguns lugares (São Paulo ainda estava no escuro), e todo mundo estava tentando se recuperar da situação, porque mais de duas horas sem luz, de noite ainda (apesar que em outros lugares foi por mais tempo), é muito complicado, e a gente ainda com medo que isso vá acontecer de novo essa semana ou qualquer dia desses. duas palavras resumem esse perrengue: ninguém merece.

sabe qué dia es hodje? es lo dia internacional de hablarse portuñol! ¿cómo assin? es que toda la ultima sexta-fiera de octubro, desde lo 2005, es comemorado ese dia, en que todos los brasileros deven hablarse en portuñol, principalmiente en la internet. sea en lo Tuíter, blogues o mismo en lo orcute o lo Féisebúq, todos están hablando portuñol por todo ese dia!

algunos inclusibe están hacendo promociones para comemorar ese dia muy hermoso y tán especial: la red social de libros Lo Librero está pedindo para que todos portuñolizen tretchos de sus libros preberidos hasta lo 6 de novembro, vallendo un valle de 50 reales de la Libraria Cultura.

y si acreditas qué portuñol es cosa solo de brasilero, tiene un comercial de la operadora de celular Personal (allá de la Argentina) que muestra que no es bien así. ello está allá en cima en lo pueste.

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existe o iPhone, existem os celulares com Windows Mobile (incluíndo os Windows phones rodando WM6.5), existem celulares com Symbian (na sua maioria da Nokia, mas também tem o Satio, da Sony Ericsson), existem smartphones BlackBerry. e existem celulares com o sistema Android.

sabe, a plataforma de código aberto liderada pelo Google? não? então é melhor você comprar um celular basicão. não dá pra acessar a internet, twittar ou ver vídeos do YouTube, mas é melhor pra você. caso contrário, você já deve ter visto que a TIM lançou os dois primeiros celulares Android do Brasil: o HTC Magic (agora com a supersexy interface HTC Sense, também vista no HTC Hero!) e o Samsung Galaxy (nada do aparelho da Huawei que falei num post de fevereiro, bem longe disso).

prefere um celular com teclado físico? não se preocupe, porque vai sair já em novembro o Motorola Dext (também chamado de Cliq, nos EUA), pela Claro (por R$1599 no pré). o Dext ainda tem acesso rápido ao Twitter e ao Facebook, além de tudo que um smartphone Android tem.

mas se você acha todos eles caros demais, calma. a Samsung vai lançar o Galaxy Lite, com câmera de 3MP (vs. 5MP do Galaxy), nenhuma memória interna (vs. 8GB do Galaxy), mas tem entrada para cartão microSD, tela AMOLED (o Galaxy tem tela OLED) e 3G HSDPA de 3.2Mbps (o Galaxy chega a até 7.2Mbps). o preço? R$999. DESBLOQUEADO! (ou seja, com contrato de operadora vai sair por ainda menos)

é. o Android veio pra ficar. mas eu ainda tenho que pensar muito sobre comprar um Android ou um enfiar o pé na jaca e levar um iPhone, mesmo com o preço tentador do Samsung Galaxy Lite.

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ontem foi 9.9.09. The Beatles: Rock Band saiu, assim como as versões remasterizadas de toda a discografia dos Beatles. e também foi o dia do evento "It's Only Rock 'n Roll, But We Like It" da Apple. OK, evento pegou emprestado o nome de uma música dos Rolling Stones, mas todo mundo esperava o lançamento da discografia dos Beatles na iTunes Store (além de iPods novos, obviamente). infelizmente, nada da discografia dos Fab Four na iTS, mas em compensação, depois de uma longa ausência devido a problemas de saúde e um consequente transplante de fígado, STEVE JOBS VOLTOU!!! (tá bom, tô sendo fanboy demais) e foi lançar o iTunes 9 (com nova interface no programa e na iTS, além de melhor gerenciamento de apps no iPhone/iPod touch), novas cores pro iPod shuffle (que continua parecendo um chiclete – o que me faz lembrar de um slogan do primeiro shuffle: "menor que um pacote de chicletes e muito mais divertido* - *não coma o iPod shuffle"), o fato do iPod classic continuar vivo (apesar da Microsoft acabar com todos os Zunes que não o Zune HD), um iPod touch mais rápido (e só. ia sair um touch com câmera, mas a coisa zoou, então deixaram pra outro modelo), além da 5ª geração do iPod nano, em alumínio anodizado polido brilhante-até-dizer-chega, em 9 cores (7 onde não existirem lojas físicas ou online da Apple – Brasil incluído UPDATE: já existe uma Apple Store online no Brasil), e três grandes novidades: Nike+ integrado (já presente no iPod touch desde a 2ª geração e no iPhone 3GS), rádio FM integrado (FINALMENTE!!! quero dizer, o Zen tem, o Zune tem, e qualquer MPx chinês tem) e câmera de vídeo VGA integrada (o objetivo da Apple é concorrer com a Flip Mino, apesar de já existir a Flip Mino HD, que grava em 720p, mas aí já é pedir demais).

entendo os motivos pra Apple não colocar câmera no iPod touch agora, mas é um tanto desconfortável levar um iPhone e um iPod nano só pra ter rádio sem precisar de apps (e uma conexão de internet). uma nota pra Apple pra 4ª geração do iPhone (modelo original: 1ª geração, 3G: 2ª geração, 3GS: 3ª geração): PONHAM RÁDIO NO iPHONE!!! quase todo celular vagabundo tem (até o meu), além do Zune HD ter também (além de HD Radio), mas ele não é um celular. aliás, falando do Zune HD: vai sair no Brasil? quanto vai custar? se lançar no Brasil, vai ter Mercado Zune também?

é oficial: o PlayStation 3 (antes chamado pela Sony de PLAYSTATION 3) vai ganhar uma versão slim, US$100 mais barata, saindo nos EUA por US$299 (preço que também vai valer pros PS3 maiores que tiverem sobrado no estoque – que não são poucos). mas vários boatos já diziam que um PS3 slim iria sair, pegaram fotos espiãs da embalagem (e estavam certos!), que seria mais barato e tudo mais.
e para aproveitar tudo isso, a Sony lançou uma série de comerciais "caro PlayStation" pra lançar o console. um deles justamente faz piada com os boatos, que você pode ver aí em cima.

a propósito, o PS3 (com toda a família PlayStation, incluindo o PlayStation 2 e o PSP) vai ser lançado oficialmente no Brasil até o fim do ano (e o PS2 fabricado em Manaus). preços? desconhecidos, infelizmente.

update (11.9.09): o comercial foi alterado a pedido de autoridades nigerianas, que não gostaram da referência do "milionário nigeriano" (via spam que "vai te fazer tão rico quanto um príncipe nigeriano"). a versão original tá aqui [via Engadget]

o Blog do Jotacê, dedicado aos colecionadores de DVD e Blu-ray Disc (a.k.a. BD), tá promovendo um boicote aos DVDs e BDs da Warner Home Video no Brasil, a.k.a. #NãoCompreWarnerBR. o motivo? embalagens abaixo do padrão (papel-cartão tosco nas coleções, anyone?), caixas de Smallville sem nome dos episódios (nem na caixa nem no menu em português), Harry Potter em 4:3, em vez de widescreen anamórfico (e quando se fala em HP, bota wide nisso!), a não-continuação dos lançamentos de caixas de séries como One Tree Hill, fora o não-lançamento de várias edições com todas aquelas "frescuras" que colecionador gosta (se tiver algum colecionador geek, não foi nenhuma ofensa, tá bom?), como caixa de madeira, encarte de 130 páginas, ou mesmo embalagem Digipak, em vez de estojos Scanavo para coleções (a propósito, eu não tenho essa noia toda com Scanavo – 3 ou 4 discos, com 2 de cada lado e um em cima do outro).

eu até tô a fim de comprar a 1ª temporada de Gossip Girl (sim, um cara de 22 anos que gosta de GG a ponto de abreviar o nome da série – de livros ou de TV), o conteúdo da edição brasileira é praticamente igual ao da edição americana, extras e tudo (a edição americana tem até áudio em PT-BR), só que com clipes antipirataria megairritantes da UBV (ou da MPA, o do "você roubaria um carro?" e coisas do tipo) e sem o download do audiolivro de Gossip Girl: As Delícias da Fofoca (o primeiro livro da série). o problema? a embalagem. lá, a 1ª temporada sai em um estojo transparente (um pouquinho mais grosso que o normal) com 5 discos e luva (aquela capinha de papel em volta da caixa) metalizada. aqui: uma caixa de papel-cartão normal com dois estojos: um Scanavo com 4 discos e um estojo normal (também conhecido entre os geeks como Amaray) com 1 disco, e nem faço ideia se tem encarte com as sinopses dos episódios e o guia de seleção de cenas.
eu entendo que o pessoal vai atrás do Scanavo pra reduzir custo de produção, além de reduzir espaço, seja no transporte, na venda e na estante de quem comprar – além de ajudar a aumentar as margens de lucro deles, mesmo com colecionadores achando que margens de lucro, quaisquer que sejam, são do mal (apesar do estojo americano ser mais fino que os dois brasileiros juntos), e também que uma capa metalizada também tem um custo a mais. mas no ponto de vista do consumidor, pega mal.

já faz uns anos que não compro DVDs da Warner. não por boicote, mas por não ter conseguido pagar ou simplesmente por não ter interesse em tal DVD. e nem sei se vou mesmo aderir ao #NãoCompreWarnerBR, até porque nem sei quanto vai durar (ou se vai mesmo dar resultado, porque a Warner não quer investir em embalagens caprichadas e tudo mais se não vender pro mercado consumidor – fora os colecionadores). mas quanto a GG (ou outros conteúdos da Warner que me interessem, como The Big Bang Theory), melhor eu esperar pra ver. e pra quem se interessar em boicotar DVDs/BDs da Warner até segunda ordem, taí o toque.

por muito tempo, o Zune (mais conhecido como "o iPod da Microsoft") tem sido o tocador digital esquecido. seja por ele não ser um iPod, pelo preço dele ser igual ao do iPod em vez de menor (ou mesmo maior), por ele não ser vendido em tantos países quanto o iPod (aqui no Brasil, só o MercadoLivre salva!), por ele não ser compatível com músicas DRMadas da iTunes Store (apesar de hoje nenhuma música da iTS ter DRM), por ele não ser um iPod, pela tela ser maior que a do iPod classic, mas não que a do iPod touch, por ele não ser um iPod...
claro, qualquer Zune tem rádio FM integrado, o que nenhum iPod tem (apesar da Apple ter tido um acessório de rádio para o nano e o classic), mas isso não era suficiente para impedir as pessoas de comprar um iPod. mas isso vai mudar com o Zune HD. claro, ele (ainda) não tem aplicativos baixáveis, ao contrário do iPod touch (e do iPhone), mas ele tem várias coisas que o touch não tem: saída de vídeo HD com resolução 720p (com um acessório ligado na HDTV), processador gráfico NVIDIA Tegra, rádio digital HD Radio integrado (aqui no Brasil, ainda estão decidindo entre o HD Radio e o – outro – DRM), fazendo dele um dos primeiros tocadores portáteis de HD Radio já lançados, além de também ter FM. tanto o Zune HD quanto o iPod touch têm telas multi-touch, tocam música e acessam a internet via Wi-Fi, para suas lojas de música (iTunes Store e Mercado Zune, respectivamente) e para a internet em geral (o touch tem uma versão móvel do Safari, e o Zune HD, um navegador que dizem ser bem melhor que o Internet Explorer Mobile, apesar de ter sido feito pela mesma equipe).

o preço (nos EUA)? US$219,99 pelo de 16GB (contra US$299 do iPod touch de mesma capacidade) na cor preta e US$289,99 pelo de 32GB (vs. US$399 – ! – do iPod touch) na cor platina (sim, a Microsoft se refere a ele como "platina", e não "prata"). outras cores vão vir mais pra frente. mas os preços do iPod touch (ou de sua próxima geração) podem mudar quando o Zune HD sair dia 15 de setembro.
vamos ver o que a Apple vai fazer até lá. se for simplesmente uma atualização dos iPods, em vez da tão esperada tablet da Apple, o Zune HD promete. até eu compraria um.

vídeos do Zune HD no Gizmodo USA (1, 2) e no Engadget (1, 2)